IA, dados e modernização moldam o mercado de seguros para 2026
A transformação digital no mercado segurador avança em ritmo acelerado e a Inteligência Artificial, combinada a estratégias robustas de Data & Analytics, deve ocupar papel central nessa jornada nos próximos anos.
Um estudo recente da Deloitte com as perspectivas para o setor em 2026 reforça esse movimento ao apontar que as seguradoras estão ampliando investimentos em IA, agora com foco menos experimental e mais orientado a aplicações práticas, eficiência operacional e geração de valor em escala.
Esse cenário dialoga diretamente com a evolução das soluções do Grupo ITG, que atua no desenvolvimento de soluções e serviços tecnológicos especializados para o setor de seguros, conectando operações de backoffice a capacidades avançadas de dados e inteligência.
IA aplicada ao seguro: do piloto à operação
Nos últimos anos, projetos de Inteligência Artificial estiveram majoritariamente concentrados em provas de conceito. Agora, a prioridade passa a ser a industrialização dessas iniciativas, ou seja, sua aplicação real nos processos de negócio.
Entre os principais casos de uso já em expansão no setor, destacam-se:
Detecção e prevenção a fraudes
Seguradoras globais já utilizam modelos de machine learning para identificar padrões suspeitos em sinistros. A Zurich é um dos exemplos citados pela Deloitte.
A estimativa é que soluções de analytics antifraude em tempo real possam gerar economias de até US$ 160 bilhões para seguradoras P&C até 2032, evidenciando o impacto financeiro direto da IA aplicada.
Subscrição inteligente
A adoção de IA generativa também avança na área de underwriting. A AIG implementou um assistente capaz de analisar, classificar e priorizar submissões automaticamente, ampliando a capacidade de análise de apólices e reduzindo o esforço operacional.
Automação de sinistros e atendimento
Iniciativas semelhantes já aparecem em processos de regulação de sinistros e jornadas de atendimento, com triagens automatizadas, análise documental inteligente e priorização baseada em dados.
O papel estratégico dos dados para escalar a IA
Apesar da evolução dos casos de uso, o estudo reforça um ponto crítico: não existe IA escalável sem dados estruturados.
Grande parte das seguradoras ainda enfrenta desafios como:
- Dados fragmentados em múltiplos sistemas
- Baixa padronização de cadastros
- Falta de governança
- Dificuldade de integração em tempo real
- Ausência de visão única do cliente
Para superar essas barreiras, iniciativas de Data & Analytics precisam contemplar:
- Governança e qualidade de dados
- Integração sistêmica
- Master Data Management
- Arquiteturas analíticas modernas
- Processamento em escala
Como o Grupo ITG conecta dados, operações e inteligência
É dentro desse contexto que se fortalece a atuação do Grupo ITG no mercado segurador. Com mais de 40 anos de experiência no setor, o grupo oferece em seu portfólio soluções de backoffice especializadas em seguros além de serviços e plataformas para estruturação e governança de dados, analytics e inteligência artificial. Tudo isso, com um time altamente especializado nas particularidades do mercado de seguros.
Open Insurance acelera demanda por analytics no Brasil
No cenário brasileiro, o Open Insurance adiciona uma camada extra de complexidade e oportunidade.O compartilhamento de dados entre seguradoras, parceiros e clientes impulsiona novos modelos de distribuição, produtos personalizados, integrações via APIs, parcerias com insurtechs e precificação mais dinâmica.
Com isso, dados deixam de ser apenas suporte operacional e passam a ocupar posição central na estratégia competitiva das seguradoras.
O futuro do seguro será orientado por dados
A principal conclusão do estudo da Deloitte é clara: adotar Inteligência Artificial não é suficiente. Para capturar valor real, seguradoras precisarão estruturar e governar dados, modernizar arquiteturas tecnológicas e integrar analytics aos processos de negócio.
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